apagadas pairando nos rincões
da metrópole...
num sopro inerte
feito monumento à miséria
dos desgraçados
do mundo,
a favela equilibra-se.
o que é a noite por lá?
as janelas dos barracos trocando
fios de conversa de porões...
o amor esquálido
de uma mãe repleta de culpa...
a pouca paz entre os
becos, uma ferida imensa
que não cura!?
e os sofisticados
nós nas gravatas do poder, vizinhos,
pesando sobre esta dor...
Out- 2025
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